sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Esportes da Terra

Mountain bike

A bike é com certeza um dos meios de locomoção mais conhecidos e utilizados em todo o mundo. A criatividade dos ciclistas misturada com a evolução das bikes fez nascer várias modalidades de esportes radicais.

O ciclismo, o mountain-bike e o bmx são algumas das categorias do esporte. O tipo dos equipamentos muda de acordo com as exigências de cada modalidade, mas o princípio é sempre o mesmo: pedalar.

"Quem andou de bicicleta uma vez, não esquece jamais". Com certeza você já ouviu essa frase. Não existe nenhuma restrição ao esporte, qualquer pessoa pode pegar uma bike e sair por ai pedalando. O custo do esporte é baixo e as peças e mecânicas podem ser encontradas em todos os cantos do país. O que você está esperando para começar?

Equipamentos do mountain bike

O mais importante na bike é o conjunto. Não importa você ter metade das peças de boa qualidade e o resto ruim, pois você não obterá um bom resultado. Abaixo vão algumas dicas das principais peças da bicicleta.

Freios: Existem quatro modelos de freios, que são: cantilevers (mais antigos), v-brakes, hidráulicos e a disco. Nunca escolha um acessório pelo preço. Lembre-se que a bicicleta é um conjunto.

Quadros: Com certeza é a parte mais importante da bicicleta. É ele quem determina para que tipo de competição você estará apto a participar. Apesar de existirem vários tipos de quadros (aço, cromo, alumínio, fibra de carbono, metal matrix e titânio), o que vale realmente é a forma.

Suspensões: existem dois modelos de suspensão. A traseira e a dianteira. O mais importante nesse equipamento é ver o peso, a resistência, rigidez e a compressão.

Câmbio: Popularmente conhecido como marcha, o câmbio é dividido em três partes: câmbio traseiro, câmbio dianteiro e passador. O câmbio faz com que a corrente mude de peão ou coroa. Já o passador é quem realiza a mudança.

Rodas: As rodas dividem-se em quatro componentes: aro, cubo, raios e pneu. Cada um tem uma função diferente. O importante é buscar a qualidade dos equipamentos, pois uma peça que não se adapte as outras pode prejudicar todo o equipamento

História do mountain bike

O Mountain Bike surgiu no final dos anos 70, quando um grupo de ciclistas começou a freqüentar as trilhas das montanhas da Califórnia, nos Estados Unidos. Os ciclistas queriam basicamente buscar um novo estilo no ciclismo. As trilhas e estradas de terra logo conquistaram o grupo de jovens.

Como não existiam quadros apropriados, para poderem descer morro abaixo, eles começaram a utilizar quadros de bikes cruisers. Eles só acrescentaram alguns componentes, como câmbio, pneus maiores e freios mais eficientes, para iniciarem esse novo esporte.

Com o tempo, os grupos de praticantes do mountain bike foram aumentando e aos poucos, algumas provas foram sendo organizadas. Uma das primeiras competições do mountain bike de que se tem registro foi o Repack Downhill, um tipo de downhill realizado aos finais de semana em Mount Tamalpais, na Califórnia.

Um divisor de águas no esporte foi a criação da Mountain Biker, a primeira empresa a produzir bicicletas especiais. As bicicletas eram fabricadas no Japão e o sucesso de vendas foi mundial.

No Brasil o esporte começou a surgir nos anos 80, quando surgiram os primeiros campeonatos. Muitas disputas acontecem pelo país, com um nível técnico cada vez melhor. Hoje, o mountain bike é um esporte praticado em quase todas as regiões do mundo. O esporte se espalhou rápido, talvez pelo fato de aproximar as pessoas cada vez mais da natureza, do prazer e da adrenalina.


Canyoning

Apesar de se ter uma idéia de que o canyoning é apenas uma escalada em cachoeiras, por esta ser a modalidade mais conhecida, o esporte busca explorar de maneira plena os canyons e rios.

Tudo começou com a necessidade de transpor obstáculos naturais. Dessas dificuldades foram criadas novas técnicas que possibilitaram aos aventureiros desbravar locais antes inacessíveis. Do prazer de conhecer o novo é que nasceu o canyoning.

O esporte em si é novo e suas competições são organizadas a pouco mais de 20 anos. Mas o grande aumento no número de praticantes e as muitas possibilidades fazem do canyoning uma atividade promissora.

Segundo o instrutor Anderson Errero, a procura tem sido muito grande. "Nos últimos cinco anos, com a divulgação do esporte, tem crescido bastante o número de praticantes. Com isso o número de competições e a especialização no esporte também aumentaram".

Equipamentos do canyoning

A lista de equipamentos para o canyoning é extensa e deve estar adequada ao roteiro que você irá percorrer. Mas alguns itens são fundamentais e devem estar sempre na mochila. Aí vai uma lista com alguns deles:

A mochila deve ser adequada ao tipo de caminhada que você está fazendo. Ela deve ter um material resistente e impermeável, além de abrigar todos os itens que você irá levar.

Um mapa detalhado do percurso é fundamental. Ele é um dos quesitos básicos para toda caminhada. Sem ele, não adianta nem tentar.

A bússola é quem dá a direção e vai te orientar durante a prática.

Nunca se sabe o que irá acontecer no percurso. Por isso é necessário sempre estar prevenido para qualquer imprevisto. Além de estar com o kit é necessário que se saiba utilizá-lo da maneira correta. O mau uso não adiantará em nada.

As lanternas são essenciais e devem ser utilizadas mesmo se o percurso for durante o dia. Pelo caminho podem existir locais com pouca iluminação, nos quais o uso da lanterna é obrigatório. Não esqueça de levar pilhas e lâmpadas de reserva.

Uma alimentação adequada durante a caminhada é fundamental para o sucesso do percurso. Alimentos leves e de fácil digestão são os mais indicados. Sempre leve um pouco a mais do que o necessário caso tenha que ficar mais tempo na trilha.

É indicado que você leve pelo menos um conjunto de roupas extras para que possa trocar durante o percurso. Os fósforos e os iniciadores de fogo são outros objetos fundamentais.

O canivete sempre é utilizado e deve ser cuidado com todo o carinho. Ele deve estar afiado e pronto para ser utilizado. A sua importância é grande e ele é utilizado praticamente durante todo o percurso.

O ideal é que antes de realizar qualquer percurso você procure obter informações com quem já fez o trajeto. Essa pessoa poderá ajudá-lo e dará dicas do que é necessário ou não.

Historia do canyoning

O canyoning começou a ser praticado no início do século com as expedições de Edouard Alfred Martel, um explorador francês que foi contratado pelo governo da França para explorar canyons, gargantas e cavernas entre a França e a Espanha. Martel acabou desenvolvendo técnicas de canyoning e é considerado o precursor do esporte.

Como esporte, o canyoning tem pouco mais de 30 anos, já que as primeiras competições foram realizadas no final da década de 70. No Brasil, o canyoning teve início em 1990, através de um grupo chamado "Grupo H2Omem", que se tornou a maior referência dessa prática no país. Em dez anos, o grupo cadastrou mais de 2 mil cachoeiras em 12 estados brasileiros.

Atualmente o Brasil está entre os 10 maiores praticantes de canyoning do mundo. Mas o canyoning não é reconhecido no país como atividade esportiva e sim recreativa. As principais competições de canyoning foram realizadas e 1992 e 1993 nos Pirinues, na Espanha e na Ilha da Reunião, uma possessão francesa na costa africana do Índico, em 1995. No Brasil, foi realizada uma competição de cascading em Minas Gerais, em 1998.

Escalada

A escalada esportiva é uma prática que utiliza as técnicas e movimentos de montanhismo e que tem como objetivo exigir o máximo de força e concentração do atleta. A técnica, a coragem, a adrenalina, juntamente com a força, são os fatores fazem da Escalada um esporte apaixonante.

Para quem pensa que o esporte se resume a "homens-aranha" que ficam escalando grandes arranha-céus pelo mundo, está enganado. A escalada é muito mais importante que isso e quem pratica quer antes de tudo desenvolver uma atividade que irá livrá-los do stress do dia-a-dia.

O atleta da escalada deve encontrar diferentes soluções para ultrapassar os obstáculos, não importando se está em uma cadeia de famosas montanhas européias ou na parede de uma academia.

Um dos principais atrativos da escalada é o fato de ela poder ser praticada em qualquer cidade, bastando para isso uma parede em qualquer academia. Hoje já é muito difundida a prática da Escalada nos grandes centros.

Para o diretor técnico da Associação Paulista de Escalada Esportiva, Tom Papi, o crescimento do esporte se deu principalmente por esse motivi. "Hoje qualquer um pode praticar a escalada com toda a segurança em clubes e academias, nas principais cidades brasileiras", diz Papi.

Equipamentos de escalada

Os equipamentos básicos para a prática da escalada são: cordas, sapatilha para escalada, capacete e pó de magnésio para passar nas mãos.

A segurança do esporte é um dos quesitos mais importantes, que atrai um grande número de praticantes. E as cordas têm exatamente essa função, já que sem elas os tombos são inevitáveis.

Para transpor os obstáculos a utilização de uma sapatilha especial pode facilitar muito sua vida. Ela tem o formato ideal para propiciar maior equilíbrio e segurança.

O pó de magnésio é esfregado na mão e aumenta o atrito com a parede. Dessa maneira fica mais difícil escorregar.

Por último tem o capacete que é o item de segurança mais comum nos esportes radicais. A sua função e importância todos conhecem, portanto nunca esqueça de utilizá-lo.

Segundo o diretor técnico da Associação Paulista de Escalada Esportiva, Tom Papi, esses equipamentos são fundamentais. "Como todo esporte radical a escalada oferece riscos. Porém, com a utilização de todos os equipamentos de segurança esse risco cai praticamente a zero".

Historia da escalada

A história da escalada esportiva começou em um rigoroso inverno ucraniano. Foi nos anos 70 que um ucraniano teve a idéia de durante a fase mais fria do ano pendurar pedras em sua parede para que pudesse treinar. A idéia foi tão boa que logo todos os outros escaladores locais copiaram a idéia. Surgia aí a escalada esportiva.

Em 1985, na Itália, foi realizado o primeiro campeonato mundial. Que teve como obstáculo uma parede natural. Em 1987, pela primeira vez um campeonato foi realizado em uma parede artificial.

A copa do mundo de Escalada Esportiva foi criada em 1990. E, dois anos mais tarde, na Olimpíada de Barcelona, finalmente veio a consagração do esporte, quando foi praticado como demonstração.

No Brasil o esporte começou a ser praticado no final da década de 80. O grande divisor de águas no país foi a realização, em 1989, do I Campeonato Sul Americano de escalada Esportiva, em Curitiba. A partir daí novos atletas e patrocinadores passaram a apoiar e a praticar o esporte.


Montanhismo

O montanhismo é uma atividade esportiva que se baseia no ato de atravessar montanhas, com ou sem a utilização de equipamentos. O termo geralmente é confundido com alpinismo, devido às famosas conquistas dos Alpes europeus. A atividade é um gênero dentro do excursionismo, que nada mais é do que a convivência pacífica com ambientes naturais.

Quem pratica o esporte deseja entrar em perfeito contato com a natureza usufruindo tudo o que ela pode oferecer, sem prejudicá-la. No Brasil, o marco inicial da atividade foi durante a primeira metade do século XIX, quando já eram registradas subidas à Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro.

Hoje o montanhismo vem ganhando cada vez mais espaço entre os esportes, sendo muito procurado principalmente por quem para fugir do stress e deseja ter um contato maior com a natureza.

Para o presidente do Centro Excursionista Brasileiro, Francesco Berardi, o fator do crescimento é mesmo a paz que o esporte traz. "O montanhismo é antes de tudo uma maneira de esquecer os problemas das grandes cidades".

Equipamentos do montanhismo

A lista de equipamentos para o montanhismo é extensa e deve estar adequado ao roteiro que você irá percorrer. Mas alguns itens são fundamentais e devem estar sempre na mochila. Aí vai uma lista com alguns deles:

Mochila: a mochila deve ser adequada ao tipo de caminhada que você está fazendo. Ela deve ter um material resistente e impermeável, além de abrigar todos os itens que você irá levar. Existem marcas especializadas para a modalidade e geralmente são as mais indicadas para a prática do montanhismo.

Mapa: Um mapa detalhado do percurso é fundamental. Ele é um dos quesitos básicos para toda caminhada. Sem ele, não adianta nem tentar.

Bússola: é com elas que você irá se orientar e seguir as instruções do mapa.

Kit de primeiros socorros: nunca se sabe o que irá acontecer no percurso. Por isso é necessário sempre estar prevenido para qualquer imprevisto. Além de estar com o kit é necessário que se saiba utilizá-lo da maneira correta. O mau uso não adiantará em nada.

Lanternas: as lanternas são essenciais e devem ser utilizadas mesmo se o percurso for durante o dia. Pelo caminho podem existir locais com pouca iluminação, nos quais o uso da lanterna é obrigatório. Não esqueça de levar pilhas e lâmpadas de reserva.

Comida extra: Uma alimentação adequada durante a caminhada é fundamental para o sucesso do percurso. Alimentos leves e de fácil digestão são os mais indicados. Sempre leve um pouco a mais do que o necessário caso tenha que ficar mais tempo na trilha.

Roupa extra: É indicado que você leve pelo menos um conjunto de roupas extras para que possa trocar durante o percurso.

Fogo: Os fósforos e os iniciadores de fogo são outros objetos fundamentais. São utilizados para acender a fogueira e esquentar a comida.

Canivete: O canivete sempre é utilizado e deve ser cuidado com todo o carinho. Ele deve estar afiado e pronto para ser utilizado. A sua importância é grande e ele é utilizado praticamente durante todo o percurso.

O ideal é que antes de realizar qualquer percurso você procure obter informações com quem já fez o trajeto. Essa pessoa poderá ajudá-lo e dará dicas do que é necessário ou não.

História do montanhismo

As primeiras técnicas de montanhismo foram desenvolvidas em Chamonix, na França. Em 1760, o estudante Horace Bénédicte de Saussure, estudando as feições do Mont Blanc, descobriu que se cume poderia ser conquistado. Durante muitos anos, ele percorreu aldeias da redondeza oferecendo uma recompensa para quem conseguisse tal conquista. Horace só foi encontrar quem ousasse o desafio, no ano de 1786.

O médico Paccarde e o caçador Jacques Balmar venceram os obstáculos e alcançaram o topo. A partir de então, o caminho estava aberto. As dificuldades técnicas começaram a crescer, já que os adeptos do montanhismo se multiplicavam e, com eles a vontade de alcançar altitudes cada vez maiores. Mas foi em 1953 que o homem chegou ao topo do mundo. O alpinista Edmund Hilary e seu companheiro Tensing Norgay pisaram pela primeira vez o cume do Monte Everest.

O primeiro clube de montanha do mundo, o Clube Alpino de Londres, foi criado em 1857. Com ele, o esporte passou a se organizar e ganhar adeptos. Em 1879 ocorreu a conquista do Aconcágua; em 1889, do Kilimanjaro, na África; em 1907 do Trisul, no Himalaia e em 1913, do Mckinley, no Alasca.

No Brasil, a primeira conquista foi em 1817 com a escalada da faze leste do Pão de Açúcar pela inglesa Henriqueta de Carsteirs, em companhia de seu filho. Depois de diversas tentativas, o topo do Dedo de Deus foi conquistado em 1912, por um grupo de amigos de Teresópolis. Em 1919, foi fundado o Centro Excursionista Brasileiro, que serviu para difundir o montanhismo no Brasil.


Off-Road

O Off-Road é um esporte que mistura a adrenalina da velocidade e o contato com a natureza. Essa combinação atrai cada vez mais adeptos e a evolução das competições e da organização tem proporcionado um grande crescimento.

Mas o Off-Road, que é utilizado como esporte e terapia pelos praticantes, nasceu de uma necessidade de guerra. É isso mesmo! Os primeiros veículos foram criados durante a 2ª Guerra Mundial com o objetivo de penetrar em locais de difícil acesso.

Hoje em dia já existem outras categorias que disputam o off-road, como é o caso das motos e caminhões. O presidente da Federação Paulista de Motocross, Décio Fantozzi, acredita que a maior dificuldade para praticar esse tipo de esporte é mesmo o lado financeiro.

"É muito difícil para a maioria dos atletas estar sempre com os melhores equipamentos. Às vezes um piloto muito habilidoso que não tem as melhores condições pode não obter bons resultados", disse Fantozzi.

Equipamentos do off-road

Para quem pensa que off-road é apenas o carro, a moto ou o caminhão, está muito enganado. Os equipamentos variam de acordo com a categoria. É necessário antes de tudo escolher o seu veículo, aí sim ir atrás de outros equipamentos que também fazem parte do esporte.

O fator principal para quem vai começar no Off-Road é saber utilizar os equipamentos de forma adequada. Não importa você ter o que há de melhor, sem saber utilizá-lo da forma correta.

Outra dica é que nem sempre o que é mais barato é melhor. Como o esporte exige muita qualidade dos aparelhos, eles têm de ser de boa qualidade.

Abaixo vai uma lista com os principais objetos:

Capacete

Roupas especiais

Botas

Luvas

Joelheiras

Cotoveleiras

Colete

História do off-road

A história do off-road está ligada à história da guerra. Os jipes foram os meios de transporte de soldados durante a Segunda Guerra Mundial e foram criados justamente para facilitar travessias em lama, erosões, piadas e outros trechos de acesso mais dificultado, que um carro normal não passaria com a mesma facilidade.

Os jipes antigos, que hoje são objetos de colecionadores, já tinham a tecnologia para enfrentarem todo tipo de terreno. O primeiro jipe a ser fabricado foi para o uso do Exército americano, em 1941. No ano seguinte, a fábrica Willyes, que fazia carros para o governo norte-americano, lançou a marca Jeep.

O off-road chegou no Brasil na década de 80. Os primeiros rallyes começaram a ser disputados e, em 1983, foi fundado o Jeep Clube de São Paulo. Atualmente, os modelos Willys ainda são bastante utilizados. Mas, com a abertura do mercado de importados, no início da década de 90, a venda dos jipes 4x4 subiu consideravelmente


Orientação

Orientação é um esporte que tem como objetivo encontrar um determinado local no menor tempo possível, passando por pontos determinados, com a ajuda de mapas e bússolas.

As principais habilidades que o praticante deve ter é com relação a leitura de mapas e orientação territorial, além da escolha do melhor terreno a seguir.

Existe um órgão que regulamenta o esporte, que é a Federação Internacional de Orientação (IOF) com sede em Helsinque - Finlândia. Ela é quem determina a nível mundial todas as regras das quatro categorias de orientação: Pedestre, Mountain Bike (MTB), Esquis e Trail Orienteering (portadores de necessidades especiais).

Equipamentos de orientação

Existem alguns equipamentos básicos para o bom desenvolvimento do montanhismo. Entre eles a roupa que deve ser usada. O material deve ser leve e não reter líquidos. O tecido mais utilizado é o nylon. Geralmente os competidores utilizam calça e camisa.

O tênis deve ser especifico para caminhada em diversos terrenos. Ele também não pode reter muito líquido e deve ser resistente.

A bússola é fundamental. Mas é necessário que saiba utilizá-la de maneira correta. O mau uso pode ser fatal na hora da corrida. O cartão de designação é o alicerce do atleta. É nele que você vai encontrar as determinações e os pontos de controle.

O mapa é quem indica as variações de terreno do percurso. Ele é um auxiliar fundamental e é através dele que você irá poder determinar a melhor rota.

Os picotadores são utilizados para você certificar que passou por determinado posto de controle. Ele é utilizado para furar o cartão que se encontra no local.

História da orientação

A orientação surgiu juntamente com a aparição dos primeiros mapas topográficos modernos, no século XIX. Na Europa, foram os exércitos que organizaram as primeiras competições.

A primeira prova oficial de orientação foi realizada em 17 de outubro de 1890, na Noruega. As regras passaram por grandes mudanças com o tempo. A partir da década de 60 foram criados novos mapas especialmente para a prática da orientação. Com isso, aumentou a possibilidade de exploração de novas rotas.

Atualmente, as competições atuais buscam percursos com grande variação de terrenos e distâncias. Cada vez mais é exigida do atleta maior habilidade e o esporte vem caminhando para uma grande evolução.

No Brasil, as primeiras competições militares foram organizadas pelo Coronel Tolentino Paz, em 1971. Em 1984, foi realizado em Curitiba, Paraná, a 17 º Campeonato Mundial Militar de orientação, que contribuiu para o desenvolvimento do esporte entre os militares e civis brasileiros.

Em 1996 foi realizado o 1º Troféu Brasil de Orientação, na cidade de São José dos Campos, no estado de São Paulo. O campeonato foi o precursor e antecessor dos 5 dias de Orientação do Brasil. Esta competição culminou com uma reunião, onde foram definidos os primeiros passos para a criação da Confederação Brasileira de Orientação, a CBO.


Rapel

Uma técnica de descida que o praticante utiliza para transpor obstáculos como prédios, paredões, cachoeiras, entre outros, com o uso de cordas ou cabos.

O termo "rappel" vem do francês e significa trazer e recuperar. Apesar de não se saber exatamente quando a técnica foi criada, ela foi utilizada por espeleólogos, que usavam desse recurso para explorar cavernas.

Existe uma grande discussão sobre se o rapel é um esporte ou apenas uma técnica. os que acreditam se tratar do esporte encaram como uma atividade divertida e que é utilizada sem outros fins, apenas por diversão. Já os que acreditam se tratar de uma técnica, geralmente a utilizavam como um meio de realizar outra modalidade, outro esporte ou mesmo a trabalho.

Segundo o instrutor de rapel, Saulo Roberto, a prática tem crescido muito nos últimos anos. "O número de pessoas interessadas na modalidade aumentou muito graças a grande divulgação que o esporte tem conseguido junto à mídia".

Equipamentos do rapel

Os equipamentos de tem de ter qualidade e apresentarem um bom estado de conservação. Segundo o instrutor de rapel, Saulo Roberto, a qualidade é fundamental. "Você é dependente do equipamento, portanto preste muita atenção se ele é certificado para o esporte e seu estado de conservação é bom".

As cordas geralmente fabricadas de Poliamida, uma fibra sintética resistente ao atrito.

Elas são classificadas em dinâmicas e estáticas, as dinâmicas são utilizadas para escaladas e as estáticas para rapel, canyoning, (resgate).

Os mosquetões são peças feitas de duralumínio, uma liga especial que proporciona grande resistência. A função desse objeto é fazer ancoragens, costuras, prender o escalador a corda, etc.

Os freios oito são fabricados com o mesmo material dos mosquetões e são a ligação do atleta com a corda. As cadeirinhas que são feitas de nylon resistente com costuras especiais. O anel é de poliamida e é usado para ancoragens, resgate e como fitas guias.

História do rapel

A técnica do rapel foi "inventada" em 1879 por Jean Charlet-Stranton e seus companheiros Prosper Payot e Frederic Folliguet durante a conquista do Petit Dru, um paredão de rocha coberta de gelo e neve, perto de Chamonix, na França.

Por ser uma atividade de risco, eles viram-se obrigados a trocarem suas cordas de algodão, que muitas vezes não duravam e se rompiam com facilidade, por equipamentos especializados e de maior resistência, surgindo assim algumas empresas pioneiras em materiais de exploração.

O rapel foi se tornando uma forma de atividade praticada nos fins de semana, à medida que as explorações e técnicas foram se popularizando, surgindo assim novas modalidades.

Até hoje, o rapel é usado nas forças armadas para resgates, ações táticas e explorações, por ser a forma mais rápida de descer algum obstáculo.

No Brasil, o rapel apareceu há 15 anos com os primeiros espeleólogos, pessoas que exploram cavidades naturais, tais como a formação das grutas, cavernas, fontes e águas subterrâneas. Somente nos últimos anos ele tem sido visto como esporte.

Os rapeleiros, como são chamados os praticantes, descem grutas, cachoeiras e até prédios utilizando um material que garante a segurança e o sucesso da descida. Durante o trajeto, é possível realizar algumas manobras na cadeirinha, como balançar e até ficar de cabeça para baixo.


Sandboard

Deslizar por dunas de areia realizando manobras radicais a bordo de uma prancha. Esse é o sandboard, um esporte que mistura as manobras do surfe, do skate e do snowboard, proporcionando muita adrenalina aos praticantes. A mistura de todos esses ingredientes fazem do sandboard uma ótima opção para os amantes da aventura.

Para o bi-campeão mundial e tri-campeão sul-americano, Digiácomo Dias, o sandboard representa tudo. "Pratico desde os 15 anos e não pretendo mais largar. Quem nunca experimentou não sabe o que está perdendo".

Equipamentos do sandboard

A Prancha: Sem dúvida o acessório mais importante para a prática do sandboard é a prancha. Adaptada do snowboard, ela possui um tamanho aproximadamente entre 1,20m e 1,70m de comprimento. É geralmente feita de madeira ou de fibra (de vidro ou de carbono), revestida na face inferior com uma placa de fórmica, aço inox ou plástico, o que permite um maior deslizamento. As presilhas, que aumentam o domínio sobre a prancha e auxiliam na hora da descida e das manobras.

Existem vários tipos de pranchas, uma delas é a de velocidade, que tem a parte da frente menor que a de trás, o que possibilita uma maior velocidade. Já a prancha de manobras tem borda nos dois lados, o que permite uma maior variação na hora da descida.

Deck: O deck é uma proteção de borracha que se coloca em baixo das presilhas, protegendo os tornozelos do impacto dos saltos. Eles ainda evitam que os pés escorregarem na hora da descida.

Vela: Sem as velas o sandboarder não consegue escorregar. Em contato com a areia, a vela faz com que a prancha deslize. Ela deve ser passada na parte inferior da prancha. Mas tem que tomar cuidado para não passar demais, pois ela pode ter o efeito contrário quando passada em excesso. Já existem velas com pó de grafite, que garantem uma maior velocidade. Outros atletas preferem utilizar o giz de cera, já que garantem que tem uma maior durabilidade.

Botas de Sandboard: As botas funcionam como as botas de esqui e snowboard e diminuem a chance do snowboarder torcer o tornozelo, além de darem maior estabilidade ao atleta.

Capacete: Segundo o bi-campeão mundial e tri-campeão sul-americano, Digiácomo Dias, a utilização dessa proteção é fundamental. "O capacete evita maiores problemas em caso de queda e estará sempre te ajudando".

Historia do sandboard

O sandboard surgiu no Brasil e é um esporte relativamente recente: foi inventado em 1986, em Florianóppolis. A idéia partiu de alguns surfistas que procuravam alguma coisa pra fazer quando as ondas não estavam boas para a prática do surf.

No início, os praticantes usavam pedaços de pranchas quebradas, de madeira e até de papelão para descer pelas dunas. Hoje em dia, as pranchas do sandboard se parecem bastante com a prancha de snowboard, e já existem algumas feitas com fibra de carbono, o material mais avançado do mercado.

Nos últimos anos o esporte vem crescendo bastante, ganhando novos adeptos a cada dia, principalmente após a veiculação de matérias na mídia. Atualmente, o esporte é praticado em diversos países do mundo: Argentina, Uruguai, Estados unidos, África, Austrália, entre outros.


Skate

O Skate é, sem dúvida, um dos esportes radicais mais conhecidos atualmente. Sua popularidade vem dos grandes ídolos do esporte e da grande cobertura da imprensa. Nos últimos anos o crescimento do skate trouxe um grande número de patrocinadores e os campeonatos são cada vez mais disputados.

O skate deixou de ser apenas um esporte e, hoje, é um estilo de vida. Os principais skatistas além de viverem do esporte, ditam moda. O esporte movimenta milhões de dólares todos os anos e sua indústria é uma das mais prósperas indústrias do esporte no mundo.

No Brasil o skate tem se desenvolvido a passos largos e os maiores ídolos do esporte são os campeões mundiais Bob Burnquist e Sandro Dias, mais conhecido como Mineirinho.

Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Skate, Alexandre Viana, o Brasil é a segunda maior potência do esporte no mundo. "Só ficamos atrás dos americanos. Mesmo com toda estrutura que eles tem, competimos de igual para igual".

Equipamentos do skate

O skate é composto basicamente por quatro partes. São elas: shape, truck, rolamento e roda. O shape é a tábua de madeira na qual o skatista apóia os pés. Hoje em dia a evolução dos modelos proporciona maior equilíbrio e facilidade na hora de dar as manobras.

Geralmente os shapes são iguais dos dois lados, aumentando a variedade de manobras. A lixa é colocada sobre a parte superior e prende o pé do skatista.

O truck funciona como um elo de ligação entre o shape e as rodas. Ele é preso ao shape e tem grande importância. Os melhores são os que apresentam grande resistência e flexibilidade.

O rolamento é essencial para um bom desempenho do skate e quem determina a velocidade que o mesmo irá ter. Geralmente um rolamento mais resistente é utilizado para o street e os mais rápidos para o half pipe.

Por último vêm as rodas. São elas que tem todo o contato com o chão e proporcionam a estabilidade além da velocidade ao atleta. Uma boa qualidade das rodinhas faz muita diferença na hora de andar.

História do skate

O skate surgiu nos anos 60, na Califórnia, Estados Unidos, inventado por surfistas como uma brincadeira para os dias que o mar estava sem ondas. Eles juntaram as rodinhas dos patins com um shape, e criaram, assim, o skate.

Apesar do equipamento precário, o esporte conquistou logo os jovens, que se tornariam os primeiro skatistas. Em 1965 foram fabricados os primeiros skates, juntamente com a organização dos primeiros campeonatos.

Nos anos 90, o esporte se consolidou e surgiu o maior skatista de todos os tempos, o norte-americano Tony Hawk. O atleta revolucionou o skate com seus aéreos e flips e trouxe definitivamente novos ares ao skate moderno. Suas manobras são até hoje espelho para os principais skatistas e seu nome já é tema de jogo de vídeo-game.

Atualmente os skatistas norte-americanos e brasileiros são os melhores do mundo e os que geralmente ganham a marioria dos campeonatos.

O Brasil conta com dois grandes nomes de destaque: Sandro "Mineirinho" Dias e Bob Burnquist. O tetracampeão mundial Mineirinho é considerado o rei do 540, e foi o terceiro skatista do mundo a acertar a manobra 900º.

Bob Burnquist nasceu no Brasil, mas mudou-se aos 13 anos para os Estados Unidos buscando se profissionalizar no skate. O auge de sua carreira foi em 2000, quando conquistou o Münster Monster Mastership e o Circuito Mundial de Skate.

O Circuito Brasileiro de Skate Profissional foi inaugurado há 16 anos e realizado pela UBS (União Brasileira de Skate). A disputa conta com provas passando por estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Brasília, realizadas pela CBSK (Confederação Brasileira de Skate).

O Circuito Mundial é organizado pela WCS (World Cup of Skateboarding) e conta com um calendário com provas que passam por países como Canadá, Inglaterra, Alemanha, Suíça, Estados Unidos e Brasil.

Snowboard

Deslizar com uma prancha sobre a neve mandando manobras radicais. Esse é o snowboard, um esporte reconhecido internacionalmente e que atualmente é praticado em qualquer ponto de neve do mundo.

O snowboard ganhou notoriedade ao ser veiculado em comerciais de TV e filmes dos anos 80, principalmente no clássico filme de James Bond. A partir daí, o grande público passou a conhecer e admirar o esporte.

Apesar de só ser praticado na neve, o Brasil já conta com um campeonato nacional, disputado anualmente em Valle Nevado, no Chile. Se você curte adrenalina, está no caminho certo. O surf chegou para mudar a sua vida.

Equipamentos do snowboard

O snowboard utiliza três equipamentos básicos. São eles: as botas, os bindings (presilhas) e a prancha. É importante na hora em que você for comprar o equipamento que experimente todos os produtos, para não se arrepender depois. Não é porque seu ídolo utiliza um tipo de material que você vai usar também. Escolha aquele que melhor se encaixa em seu perfil, de acordo com suas características.

Antes de comprar, pesquise bastante. Como o material é relativamente caro, não compre logo na primeira loja. O primeiro item a escolher deve ser a bota, pois é de acordo com o tamanho dela que o ateleta escolherá os outros equipamentos.

Os bindings e a prancha devem ser escolhidos depois. Aquele que se adaptar melhor a você é o modelo ideal. Sempre antes de comprar teste os materiais.

Historia do snowboard

Existem muitas discussões sobre quem seria o verdadeiro pai do snowboard. Seja Sherman Poppen, Dimitrije Milovich, Jake Burton ou Tom Sims, todos tiveram grande importância para o desenvolvimento e crescimento do esporte.

No dia de Natal em 1966, o engenheiro norte-americano Sherman Poppen juntou dois esquis para sua filha brincar. Sherman prendeu os dois esquis lado a lado, colocou tiras de couro e um pedaço de madeira em forma de cruz para servir de apoio para os pés. A esposa dele sugeriu o nome de Snurfer, uma mistura de snow e surf.

As crianças começaram a pedir que Sherman fizesse mais snurfers. Foi então que a empresa Brunswick comprou os direitos do engenheiro e passou a comercializar o produto. A primeira competição de snurfer aconteceu em 1968, em Michigan e consistia apenas em uma descida em linha reta.

Em 1969 o surfista esquiador Dimitrije Milovich começou a fabricar pranchas com desenho inspirados nas pranchas de surf. Assim nasceu o Winterstick, desenhado com uma largura três vezes maior para ser usada sobre a neve fofa.

Em 1972, Bob Webber conseguiu patente para a sua criação: o Skiboard, que apresentava um formato mais parecido com os usados atualmente. Por volta de 1977, Tom Sims e Jake Burton Carpenter criaram suas próprias empresas e começaram a vender seus modelos. A contrinuição de Jeff Grell também foi determinante: ele criou a primeira fixação para os pés.

Apesar de praticamente não ter neve no Brasil, milhares de brasileiros viajam todo ano ao exterior para praticar ski e snowboard. O esporte vem crescendo rapidamente entre os jovens, atraindo atletas do skate, wakeboard e do surf. Muitos esquiadores migraram para o snowboard, pois encontraram um esporte com mais ação, já que oferece uma quantidade muito superior de manobras.

Em 1995 realizou-se o 1º Campeonato Brasileiro de Snowboard em Valle Nevado, no Chile. Desde então, o campeonato ocorre anualmente. No inverno de 2000 a neve chegou em São Paulo, mas ela não veio do céu, e sim do equipamento que fabricava para o Big Air, uma competição/demonstração no Pacaembu.


Trekking

Caminhar por trilhas naturais, desfrutando do contato com a natureza e, ainda por cima, cercado de belas paisagens em locais pouco conhecidos. Quem pratica o trekking ou Caminhada, tem essa oportunidade, e esse é sem dúvidas o principal motivo que faz do esporte um dos que mais cresce.

Os praticantes da modalidade aliam o prazer em contemplar a natureza com os benefícios da atividade física, tentando fugir do stress do dia-a-dia. Os percursos podem ser curtos ou longos, importando apenas o prazer em caminhar.

O baixo custo da atividade, aliado com os vários níveis de dificuldades, proporciona ao praticante toda a segurança necessária e, é um dos principais motivos para o desenvolvimento do esporte. "Nos últimos anos o crescimento tem sido muito grande. As provas cada vez contam com mais equipes", disse o Diretor do Departamento de Trekking da ABEA (Assossiação Brasileira de Esportes de Aventura), Esdras Martins.

Equipamentos do trekking

Os equipamentos necessários para o Trekking são mais baratos que o de outros esportes de aventura, mas mesmo assim precisam ser escolhidos com todo o cuidado, já que podem ser tanto os melhores aliados como os maiores inimigos.

Por se tratar de uma caminhada, os tênis são de fundamental importância. As botas, por oferecem segurança ao tornozelo nos diversos terrenos, são as mais recomendadas.

O ideal é que se utilize duas meias, uma fina com outra de lã por cima. Dessa maneira estará diminuindo o atrito dos pés com o calçado. As meias de algodão, por encharcarem facilmente, são desaconselhadas para o esporte.

Outro objeto indispensável é a bússola. Para garantir o sucesso na prova é recomendável que se leve mais de uma. É necessário saber utilizar a bússola da maneira correta, já que um erro de direção pode acabar com as chances da equipe.

Todo praticante vai ter sede e precisa se hidratar durante a prova. É por isso que um cantil, de no mínimo 1 litro, deve estar sempre com o competidor.

Para calcular as distâncias entre os percursos são necessárias calculadoras. É importante que a equipe possua mais de uma, em caso de quebra. As pilhas não podem ser deixadas de lado e o ideal é que se tenham pilhas reservas em caso de falta.

Os relógios individuais são os maiores aliados para que o tempo estipulado em cada parte do percurso seja cumprido. Os modelos digitais facilitam a visualização e oferecem maiores possibilidades.

Os bonés ou chapéus também são de grande utilidade, pois protegem do sol e da chuva, facilitando a leitura das planilhas durante o percurso.

Para a conservação e proteção dos objetos e planilhas, os plásticos são fundamentais. Além disso, para guardar todos os objetos acima, mais canetas, lanterna pequena, kit de primeiros socorros e alimentos energéticos, é necessário uma mochila ou pochete.

História do trekking

A história do trekking é antiga e teve origem no início do século XIX. A palavra trek tem sua origem na língua africâner e passou a ser empregada pelos vortrekkers, os primeiros trabalhadores holandeses que colonizaram a África do Sul.

O verbo trekken significa migrar e carregava uma conotação de sofrimento e resistência física, numa época em que o único meio e locomoção era a caminhada.

Quando os britânicos invadiram a região, a palavra foi absorvida pela língua inglesa e passou a designar as longas caminhadas realizadas pelos exploradores em direção ao interior do continente.

Atualmente utiliza-se a palavra também em português, significando caminhadas em trilhas naturais em busca de lugares interessantes para conhecer, possibilitando um contato com a natureza. No Brasil, o trekking surgiu em 1992 em São Paulo, por amantes da natureza, que resolveram adaptar as regras dos enduros de moto e jipe à caminhada ecológica.


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